Sem ética, a letra mata

Uma clássica frase que carrego desde o início de minha graduação no curso de Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, diz o seguinte: “O verdadeiro jornalismo mostra aquilo que tentam esconder, o contrário é publicidade”. Eu confesso, o autor eu não guardei o nome, mas este anônimo sempre me fez refletir.

Sei que a expressão é dura e forte, e talvez nem se aplique por inteiro, ou sempre. Há exceções nesta regra, mas sei de suas verdades. Continuar lendo

Luverdense, o time de Lucas do Rio Verde na Série B


Por Bruno Henriques e Joana Barros

Torcedor animado com a campanha do time, fazendo alusão ao time colombiano Tolima que já eliminou o Corinthians.

A vitória sobre o Caxias (RS) por 2 a 0, no domingo (27.10), pelas quartas de final da Série C do Campeonato Brasileiro, garantiu o acesso à Série B do Brasileiro, em 2014. Os gols foram marcados pelos jogadores, Misael e Rafael Tavares. O Estádio Passo das Emas de Lucas de Rio Verde estava lotado de animados torcedores que, agora, poderão acompanhar o time na Segunda Divisão. Continuar lendo

Intercâmbio: Diferencial no currículo, experiência pra toda vida

Por: Fernanda Souza e Jefferson Oliveira          

O Brasil é um dos maiores exportadores de intercambistas do mundo.

Foi-se o tempo em que fazer intercâmbio era apenas sinônimo de aprimoramento do inglês. A busca pelo tão desejado diferencial no mercado de trabalho tem impulsionado um número cada vez maior de brasileiros que procuram cursos de especialização e conhecimento internacional. O Brasil é um dos maiores exportadores de intercambistas do mundo, ocupamos a sétima posição, de acordo com o relatório da Association of Language Travel Organisations. Continuar lendo

Comunidade São Gonçalo Beira Rio, Valorização e tradição da cultura Mato-Grossense

Adilson Moraes/ Jonair César

Crédito: Chico Ferreira São Gonçalo Beira Rio, comunidade ribeirinha à margem esquerda do rio Cuiabá. Localizada a 11 quilômetros do centro da cidade ela é o berço da cultura mato-grossense. Lá encontramos a culinária tipicamente Cuiabana, e gente que vem de todos os lugares para conhecer e apreciar os pratos a base de peixes da região.

Além de apreciar os sabores da região, os visitantes podem conhecer de perto as inúmeras peças de artesanatos que são fabricados pelos moradores da comunidade. Na cerâmica, as formas e cores evidenciam os costumes e a tradição.

O povo da comunidade ribeirinha é simples e acolhedor. Dispostos e entusiasmados, recebem os turistas que desejam conhecer a historia da comunidade, que é cartão postal da capital. Continuar lendo

PFW tem avaliação positiva de lojistas e população fortalezense

O evento que reuniu aproximadamente mil pessoas por dia ajudou a promover marcas populares e acendeu o espírito empreededorista em alguns comerciantes

Entre os dias 25 e 28 de setembro, Fortaleza recebeu o primeiro Fashion Show dos comerciantes da rua José Avelino, próximo a Igreja da Sé. Com a iniciativa do criador Laurindo Lima, o evento trouxe para a população as tendências primavera/verão 2014. O objetivo consistiu em incentivar os lojistas a montar suas coleções e tornar as marcas mais conhecidas. Continuar lendo

Lambadão: O ritmo quente de Várzea Grande

por: Bruno Henriques e Luis Vinicius

[uma foto maior aqui daria um destaque grande a sua notícia]

Festas de santo e aniversários. Obrigatoriamente o lambadão está presente. É comum sair pelas ruas da capital e de Várzea Grande e ouvir carros de som, residências e praças seguindo o ritmo. A cidade para quando chega o fim de semana, o lambadão toma conta do local, chamando a atenção de muitos que ainda não conhecem o ritmo dançado.

De acordo com algumas pessoas ligadas ao ritmo, o lambadão surgiu em meados de 1994 e era tocado em zona rural e nas periferias de Cuiabá e Várzea Grande. Hoje o ritmo invade todo o Estado atingindo todas as classes sociais. A mistura do rasqueado cuiabano com a famosa lambada faz parte da cultura mato-grossense.

Antes de ser chamado de lambadão, era conhecido como rasque lambada, batizado por Zé Moraes, vocalista de uma tradicional banda da região.

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E no beco, um pedacinho de Cuiabá

Por Tatielli Jasper e Tarley Aurélio

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Beco do Artesanato

Quem está no centro de Cuiabá vivenciando o calor da capital, já se acostumou a tomar um suco de laranja no Beco do Artesanato. A pequena viela, situada entre a Catedral Basílica Bom Jesus de Cuiabá e o Palácio da Instrução, é repleta de artesanatos que expressam a cultura e culinária regional. Entre os itens, pode-se encontrar chaveiros, sandálias customizadas, trabalhos de tricô – toalhas, centros de mesa, panos de prato – bijuterias indígenas, entre outros. Já a culinária traz sobremesas típicas da região, como o doce de caju, além de diversas outras sobremesas e salgados para o lanche do visitante.

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Morro da Caixa D’água Velha: História Promovendo a Arte

Por Leandro Lima e Leovane Bertaia

Exposição no Museu Caixa d’Água em Cuiabá.

 

Em 2007, a Caixa d`Água Velha localizada no centro sul foi revitalizada pela prefeitura da capital, e transformada em museu, ficando aberta ate 2011 quando foi fechado por motivos financeiros.  Entretanto, foi reinaugurado em 4 de fevereiro deste ano.  Agora a todo vapor, o museu recebe exposições mensais, onde o espaço é aberto aos artistas regionais. Possui também exposições  permanentes, La estão as tubulações originais utilizadas na caixa d água para abastecimento da cidade, uma coleção de torneiras  e modelos de imagem sacra moldadas por artistas locais.

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Guia para passeios na noite cuiabana

por Fernanda Souza e Rafael Machado

Apresentação do tradicional ritmo cuiabano o Siriri

Apresentação do tradicional ritmo cuiabano o Siriri


Cuiabá conhecida como cidade – verde, recebe todos os anos turistas para apreciar as cidades que fazem ligação com a capital. Esses turistas vêm pra cá em busca de diversão, lazer e passear pela natureza exuberante que nosso Estado oferece. Os guias levam esses turistas nos municípios que possuem rios, córregos, esquecendo-se de mostrar a alegre e chamativa noite cuiabana.

Aqui as noites são bem diversificadas. Em cada bairro podemos apreciar um pouco da cultura local, ilustrada em restaurantes, bares e feiras. São ambientes para toda a família. “É muito gostoso passear com a família aqui em Cuiabá, sempre que visito minha irmã que mora aqui, gosto de sair para jantar e comer uma peixada”, conta a carioca Rosilene Silva.

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Distrito do Chumbo

Boa noite!!

Distrito do Chumbo fica a 100 km de Cuiabá, muitas pessoas nunca ouviram falar mais existe eu sou uma prova disso, pois, vim de lá. É uma comunidade quilombola que possui muitas riquezas naturais. Antes o Chumbo se chamava Guanandi, com as buscas dos portugueses que exploravam a região em busca de ouro, porém encontrava maior quantidade de Chumbo, os portugueses e poconeanos começaram a substituir os nomes, então a comunidade guanandi passou a se chamar Chumbo.

Escrever… de quem é essa matéria?

 

Comida típica faz parte da cultura regional

Joana Barros / Mellyza Barros

Arlete Curado prepara sarapatel

Sarapatel o prato de cultural da Bahia ganhou uma adaptação em Mato Grosso.

Tradicionalismo típico na mesa dos varzeagrandense. O Sarapatel é um prato regional de costume da cidade industrial. A origem dessa mistura é baiana, mas foi adaptada para a culinária regional de Mato Grosso. A comida é fortemente influenciada pela cultura de nossos antepassados.

A sua influência regional é passada de geração a geração. Acompanhado sempre com farinha de mandioca, arroz branco e molho de pimenta. Feito de tripas, fígado, rim e sangue, do porco ou do cabrito. Nessa mesma região, acrescentando-se carne de vaca e de galinha, se faz também Papas e Arroz de sarapatel.

Arlete Curado prepara sarapatel

Arlete Curado prepara sarapatel

As duas receitas  são muito semelhantes no gosto; mas bem diferentes no aspecto e nos ingredientes que levam. No Arroz de sarapatel  acrescenta-se arroz e serve-se com o “malandrinho” – molho em que tudo foi cozido. Nas Papas de sarapatel junta-se farinha de milho, ficando o prato com a consistência de sopa. Por ser muito forte e calórico, normalmente é servido em clima fresco, chuvoso.

Arlete Curado, cozinheira de Buffet e especialista em gastronomia regional possui o costume de cozinhar o sarapatel nos finais de semana. Ela destaca a importância do prato na mesa dos varzeagrandenses. “O sarapatel é um dos pratos regionais mais pedidos e a receita vêm de geração a geração” disse a cozinheira natural da região.

Para quem ficou com vontade de preparar este delicioso prato pode acessar o link:

http://www.saboresdematogrosso.com.br/carnes-7/

Instituto Cultural Flauta Mágica: A divisão social

Por Bárbara Souza e Jonair César

[que tal uma foto da vista do bairro, de preferência apontando para a Chapada dos Guimarães?]

De um lado uma avenida rumo à Chapada dos Guimarães, cartão postal do Estado. Do outro, Jardim Vitoria bairro periférico de Cuiabá onde abriga o Instituto Cultural Flauta Mágica. Dois mundos sob a visão e opinião do maestro Gilberto Mendes e da turismóloga Maria dos anjos nessa reportagem que percorreu o caminho que os turistas não veem de seus carros ou seus óculos escuros.

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Linguajar Cuiabano: 294 anos de história

Por Renato Ferr e Marisol França

Cuiabá nunca esteve tão em voga quanto no último ano. Isso aconteceu devido a Copa do Mundo, que acontecerá em 2014. Esta é então uma das oportunidades, da cidade que tem 294, expor uma de suas culturas, seu linguajar. A abrangência desta linguística chega em cidades com mais de 100 quilômetros de distância. Quem mora em Poconé também fala da mesma maneira. “Tchás creança” e “siminina” são exemplos clássicos.

Cuiabaníssimas

Regionalidade da Baixada Cuiabana: artistas a caráter | Foto: Reprodução

Para o historiador Moisés Martins, membro da Academia Brasileira de Letras, todo cidadão, seja de qual pátria for, deve mostrar interesse pelo seu local. “Devemos conhecer a comunicação do nosso povo, até os índios se comunicavam por fumaça e não tinham vergonha. O linguajar cuiabano é uma dádiva de um cidade histórica”, completa.

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